SYMPOSIUM DE PRÁTICAS ARTÍSTICAS

 

Alice Chauchat (DE/FR)

Alice Chauchat vive e trabalha em Berlim, como coreógrafa, performer, professora, editora e exerce outras actividades relacionadas com coreografia. Ela criou performances em colaboração com Louise Trueheart, Anne Juren, Frédéric Gies, Alix Eynaudi, e como performer colaborou com Jennifer Lacey, Xavier le Roy, Mårten Spångberg, entre outros. Alice tem trabalhado extensivamente em set-ups colaborativos, desenvolvendo numerosos projectos e plataformas coreográficas para aprofundar e gerar mais conhecimento e ferramentas, relacionados com a produção e troca no âmbito das artes performativas (everybodystoolbox.netteachback viennapraticable etc.). Em 2010-2012 foi directora artística do Les Laboratoires d’Aubervilliers, um centro de pesquisa artística nos subúrbios parisienses. Depois de completar o Mestrado em Coreografia pela Amsterdam Theaterschool, com um projecto “group solo”, e publicação de partituras de dança e poesia, neste momento Alice prepara o seu doutoramento sobre a prática de relações subjectivas em dança.

http://www.alicechauchat.net/

© Sarah Blum

Anna Gaïotti (FR)

Performer, coreógrafa e escritora, Anna Gaiotti tem um trabalho performativo que se inscreve no corpo e na escrita. Formada em artes visuais e design de moda, ela chega à dança, através do ballet e improvisação. Próxima da música industrial e improvisada, Anna tem uma expressão erótico grotesca e queer, que lida e veste com silêncio e ruído. Ela considera o corpo como o primeiro teatro experimental, sem género, para jogar com a multiplicidade e desafiar palavras e música.

Por outro lado, Anna investe a sua coreografia e pesquisa performativa naquilo que existe fora de si mesma, na natureza e trabalhando directamente com outros espaços, como os museus e arquitecturas domésticas. Ela partilha estas pesquisas a partir do formato workshop.

Anna tem formação na National Fine Arts School of Paris in 2009. Em 2011-13 ela fez parte de ESSAIS, programa de mestrado em coreografia no CNDC em Angers. Em 2014, Anna participou no Danceweb – Impulstanz Festival, em Viena. Tem tido o apoio do Pépinières Européennes. Ela co-organiza o Indigo Dance Festival no programa do PAF Summer University.

Anna criou Rbel fter m heart (2012), Annus (2013), No Mose Muse But a Dumb Herd (2016, Ménagerie de Verre). E coloborou como performer com vários músicos e performers, tais como o coreógrafo Mark Tompkins, a cineasta e escritora Véronique Aubouy, as escultoras Laura Sellies e Amélie Giacomini, e a fotografa Sarah Blum.

Anna faz parte da banda Vierge noire.

E publicou Parfois je suis le chevalier parfois je suis le cheval, Échappée Belle edição de 2015.

http://cargocollective.com/annagaiotti

© Roland Rauschmeier

Anne Juren (AT/FR)

Anne Juren, nasceu em Grenoble/França, é coreógrafa, performer e está sediada em Viena. Em 2003, ela co-fundou com o artista plástico Roland Rauschmeier, a associação Wiener Tanz-und Kunstbewegung, em Viena. Os seus trabalhos coreográficos e pesquisas artísticas têm sido apresentados extensivamente em teatros, festivais, e diferentes espaços ligados às artes, a nível internacional. No seu trabalho, Juren tenta expandir o termo coreografia envolvendo o corpo em diferentes estados físicos, sensoriais, experiências corpóreas e mentais, colocando em questão as fronteiras entre esfera privada e pública. Desde 2013, Anne Juren é praticante de Feldenkrais®. Actualmente, faz parte do comité artístico do Mestrado em Coreografia do DOCH (Suécia), e frequenta o Doutoramento na UNIARTS Stockholm University of the Arts.

https://wtkb.org/

 

Antonija Livingstone (DE/CA)

Livingstone é uma artista independente que trabalha nas fronteiras da dança e performance. Natural de Montréal (Canadá) e sediada em Berlim.

A sua prática é influenciada pela vida quando mais nova, em itinerância em campos de minério na Colômbia Britânica e Yukon – uma forma de vida improvisada com a sua familia de geólogos em intimidade com a natureza e o mundo material. Livingstone tem uma abordagem critica queer ao trabalho coreográfico de colaboração; em conjunto com artistas visuais, coreógrafos, estranhos e animais. Desde o seu solo The Part (2004), comprometeu-se a criar uma série de trabalhos feministas em co-autoria, destacando-se Cat Calendar com Antonia Baehr (2005), - a situation for dancing, com Heather Kravas (2007), Culture, Administration & Trembling (2009/2014) com Jennifer Lacey, Dominique Pétrin, Stephen Thompson, chihuahuas e cobras, assim como Supernatural (2015) com Simone Aughterlony e Hahn Rowe. Como formadora, apoiou alunos do DOCH Stockholm, CCN Montpellier, SNDO, e artistas como Ian Kaler, Dana Michel, Laurie Young entre outros. Como performer Antonija Livingstone tem trabalhado extensivamente com Benoit Lachambre e Meg Stuart Damaged Goods, com quem continua a colaborar em Sketches/Notebook (2014), e para o evento Berlin Supernova ensemble (Theatre Hebbel am Ufer, 2018). O seu trabalho mais recente em digressão Études Hérétiques (2016), realizado em colaboração com Nadia Lauro (sediada em Lisboa) – uma colecção de sete estudos para ensemble e um caracol gigante. O seu trabalho é co-produzido por e apresentado em diversos contextos como Festival Transameriques, Montréal,  Biennale des Arts Performatifs, Québec, Festival D'Autumn -Menagerie de Verre, Paris, Actorale, Marseille, The Kitchen, American Realness Festival, New York, Fierce Festival UK, Impulstanz Leopold Museum, Vienna, Museum of Art Rio de Janeiro, Arscenic, Lausanne, HAU, Berlin entre outros. Antonija Livingstone é representada por Extrapole Paris.

 

 

Dinis Machado
 (SE/PT)

Nasceu no Porto e está sediado em Estocolmo. Trabalha como performer desde 1994, e como coreógrafo dos seus próprios trabalhos desde 2007. Mestrado em Coreografia pela DOCH (Estocolmo) dirigido por Jefta Van Dinther e Frederic Gies. Terminou o Programa em Estudos Independentes de Artes Visuais na Maumaus – Escola de Artes Visuais (Lisboa).

Em 2013 recebeu The Life Long Burning (Jardin D’Europe) co-produção sueca pelo CullbergBallet pelo projecto Black Cats Can See In the Dark But Are Not Seen. O trabalho foi seleccionado para o [8:tension] series no ImPulsTanz Festival 2014.

Entre outros, estudou com Jefta Van Dinther, Jennifer Lacey, Robert Stjein, Paz Rojo, Frederic Gies, Litó Walkey, Norberto Llopis Segarra, Sandra Noeth, Alice Chauchat e Juan Dominguez.

Fez parte de contextos de pesquisa como Encontros Rumo mediado por Vera Mantero e AWaRE no Festival Alkantara 2014 mediado por Sofia Dias e Vitor Roriz.

http://www.dinismachado.com

 

Hamish MacPherson (UK)

Hamish MacPherson é um bailarino e coreógrafo britânico sediado em Londres, que dirige wokshops, cria o seu próprio trabalho performativo, jogos e outros ecossistemas coreográficos para as pessoas pensarem e estarem juntas. Hamish foi uma terça parte do The Rebel Man Standard e trabalhou com Adam James, Florence Peake, Eva Recacha, Mehmet Sander, Meg Stuart, Tino Sehgal e Patrick Staff. Tem um Mestrado em Pesquisa Coreográfica e Performance da Roehampton University e foi bolseiro danceWEB em 2015.

http://hamishmacpherson.co.uk/

 

© Joanna Seitz

Isabel Lewis (DE/DOM)

Isabel Lewis (1981, Berlim) é uma artista de origem Dominicana e Americana, que cresceu numa ilha do subúrbio da costa sudeste da Flórida.

Isabel viveu em Nova Iorque onde colaborou como performer com vários coreógrafos e apresentou os seus próprios trabalhos desde 2004 no The Kitchen, Dance Theater Workshop, New Museum, Movement Research na Judson Church, Dancespace Project na St. Marks Church, e PS122 entre outros. Tem Berlim como base desde 2009. Formada em critica literária, dança, e filiosofia, o trabalho de Lewis toma a forma de “ocasiões”, um termo marcado por Isabel, que representam encontros celebratórios de coisas, pessoas, música, aromas, danças e que têm sido apresentadas por Centre d'Art Contemporain Genève, Kunsthalle Basel, Frieze London, Liverpool Biennial, the Institute of Contemporary Arts London (ICA), Fondazione Sandretto Re Rebaudengo Turin, Tanz Im August Berlin, Göteborg International Biennial for Contemporary Art, Palais de Tokyo, Ming Contemporary Art Museum Shanghai (McaM), e mais recentemente pela Tate Modern London. Isabel tem criado os seus trabalhos em torno destes tipos de tópicos de tecnologia open source e improvisação de dança, danças sociais como sistemas de arquivo cultural (Mountain Grass, Mountain Hare: bodily imprinting and social dances, 2012), formatos criativos e colaborativos (Communal EPIC Fiction, 2010), técnicas futuristas de fisicalidade (BALLISTIC BODY, 2011), e rapping como uma forma incorporada de discurso (FLOW PLAY: Sensualized Speech and Hip Hop, 2013) que foram apresentadas na Serpentine Galleries, Kampnagel, e Hebbel Am Ufer entre outros.

© Sabina Holzer

Jack Hauser (AT)

Nasceu em 1958 (Horn/Aústria). Após ter trabalhado como químico, estudou em 1983 a 1986, electro-acústica em Viena. Em 1994 foi membro fundador da banda performativa Lux Flux. Desde 2003 colabora com Milli Bitterli, e desde 2005 em diversos projectos com Sabina Holzer.

Constrói intervenções performativas e trabalhos experimentais com vários media, sendo que desde 1999 tem vindo a desenvolver e apresentar "Wohnung Miryam van Doren" ("Apartment Miryam van Doren").

Expôs no Lentos Kunstmuseum Linz, Documenta(13) Kassel, Hidden Museum Fraxern, MachfeldStudio Wien, Museum Essl Klosterneuburg, Fluss NÖ Foto Wolkersdorf, Various Artist Berlin e no Private Places.

Nos anos mais recentes, realizou projectos artísticos em colaboração com Daniel Aschwanden, Thomas Ballhausen, David Bergé, David Ender, Karlheinz Essl, Philipp Gehmacher, Satu Herrala, Lisa Hinterreithner, Anne Juren, Krõõt Juurak, Barbara Kraus, Elke Silvia Krystufek, Machfeld, Jeroen Peeters, Markus Schinwald, Oleg Soulimenko, Myriam Van Imschoot, Simon Wachsmuth, entre outros.

http://www.essl.at/Jack/

 

Jennifer Lacey (FR/USA)

Jennifer Lacey é de Nova Iorque, vive em Paris e cria situações a partir da dança.

A sua prática coreográfica tem por base o desenvolvimento e método interrogativo; produção de regras estéticas, vocabulários do corpo, e comportamentos específicos em cada criação, que são frequentemente – mas nem sempre – performativos. Até 1999, apresentou o seu trabalho maoritariamente em Nova Iorque (PS122, the Kitchen, Danspace Project etc.). Após 1999, apresentou em outros espaços tais como Centre George Pompidou, Impulstanz, Tanzquartier Wein, Montpellier Danse, the Tate Modern, Festival d'Avignon, Kyoto Arts Center etc.

Enquanto residia em Nova Iorque, ela teve a imensa sorte de ter recebido uma incrível educação através da colaboração com uma imensa variedade de artistas como DD Dorvillier, Jennifer Monson, Yvone Meier, Ellen Fisher, Ellen Myles e Randy Warshaw. Após ter chegado a França, os estudos continuaram com Loic Touzé, Latifa Laâbissi, Deborah Hay, Catherine Contour e Barbara Manzetti. Em França, Lacey colaborou durante 10 anos em projectos de grande escala com a artista visual Nadia Lauro, criou numerosos solos e começou a explorar as fronteiras do palco, movendo a sua atenção e interesse por outros formatos, livros, exposições, e sessões de falsas terapias. Actualmente está novamente mais presente em Nova Iorque e em continua colaboração num projecto de 5 anos com Wally Cardona, “The Set-Up”, um projecto desenvolvido com diversos mestrados em dança a nível mundial. Outro projecto colaborativo de Lacey, com Antonija Livingstone, Stephen Thompson e Dominique Pétrin, “Culture & Administration”, tem sido apresentado inúmeras vezes. O seu projecto favorito nestes dias é usar uma exposição como um sistema de imersão para discutir problemas pessoais. Jennifer é professora na Escola de Belas Artes de Lyon. Recebeu em 2014, o Doris Duke Impact Award e em 2015, Guggenheim Fellowship.

© Frank Müller

Litó Walkey (DE/CA/GR)

Litó Walkey é uma coreógrafa e performer sediada em Berlim. A sua prática artística aborda com atenção, sucessão de palavras – como composições inscritas tomam lugar, indicam e convidam em relação à performance.

Litó iniciou a série de livros 'as if it's just about to happen', uma publicação de escrita colaborativa resultantes de workshops orentados no contexto do programa de estudos sobre performance no HZT (Berlim).

Os seus projectos de performance incluem A populated soliloquy (2016), aswebegin / Weld Company (2013), Where’s the rest of me? (2012), Like that, Like this (2008), instanded i turn (2006), The Missing Dance No.7 (2005) e wings raised to a second power (2002).

Durante 2002-2009 Litó foi membro do grupo de performance Goat Island, Chicago. Ela mantém colaborações continuas com artistas tais como Boris Hauf, Myriam van Imschoot, Jeanine Durning, Lucy Cash e Karen Christopher, e trabalhou como performer com coreógrafos tais como Vera Mantero and Martine Pisani, entre outros.

Até recentemente Litó leccionou e foi responsável pelo programa de BA Dance Context Choreography na Inter-University Center for Dance (HZT) Berlin. Neste momento lecciona regularmente no HZT Berlim e DOCH Estocolmo, e é frequentemente convidada para acompanhamento e aconselhamento de trabalhos coreográficos.

Litó terminou estudos BA e Mestrado em coreografia na Amsterdam University of the Arts.

http://lito.klingt.org/

  

Marcos Simões (BE/PT) & Sara Manente (BE/IT)

Marcos Simões (Portugal, 1975) artista coreográfico e performer, vive e trabalha em Bruxelas.  Estudou Engenharia Civil no IST (Instituto Superior Técnico) em Lisboa. Fez o curso intensivo da SNDO (School for New Dance Development) e frequentou o programa em dança contemporânea na Universidade Miguel Hernandez em Altea (Espanha), onde começou a criar o seu próprio trabalho. Em 2009 terminou o post-master em artes performativas A.pass em Antuérpia aonde apresentou vários trabalhos em torno ao seu conceito : The laughing Body.

Desde 2002 tem vindo a criar performances e videos individualmente ou em colaboração com outros artistas tais como a Sara Manente, Lilia Mestre, Marcelo Mardones, Hwang Kim e membros do coletivo Cabra vzw. LaughinGame (performance - 2009), LaugingWalk (video - 2009), Punch-Line (Decision) (instalação video/som - 2009), Eskimo (uma peça para 6 performers - 2010), Totem-a place of contradictions (instalação video/som - 2010), Ai! a choreographic project (performance - 2011/2013), This Place (uma 'serie' de performances criadas com diferentes casais artísticos a partir de praticas baseadas em PES (Percepção Extra Sensorial) - 2012/2014), x: I liked B better / y: I'm 29 too (performance – experimento em telepatia entre a Coreia do Norte e a a Coreia do Sul - 2013), Rita (video para um projeto do coletivo Cabra - 2013), Processionism - an underground ceremony (exposição/filme/performance - 2013/2014), Elbow Mountain Tooth (performance feita em 2 semanas a partir de uma colaboração entre Cabra vzw e Ett na Coreia do Sul - 2014), Tele Visions (uma experiência performance em telepatia com o público - 2015/2016) e Lava (performance - 2016).

Como performer trabalhou para a Sara manente, Kyung Ae Ro, Jordi Gali, Ayelen Parolyn e Nada Gambier. Conjuntamente com a Sara Manente, tem transmitido o seu trabalho a partir de workshops em varias Instituições de Arte na Bélgica (KASK, APASS, ISAC). É um dos fundadores do colectivo de artistas Cabra Vzw.

 
Sara Manente nasceu perto de Veneza em 1978, iniciou aulas de Ballet em tenra idade. Completou em 2003 a Licenciatura em Ciências da Comunicação na Universidade de Bolonha com a tese de graduação em “Semiótica e Dança”, mudando-se para a Bélgica com uma bolsa de pesquisa da Universidade de Antuérpia. Em 2007, frequentou, durante um ano, a Real Academia de Belas-Artes de Antuérpia (no departamento In Situ). Em 2008 completou a pós-graduação “a.pass” no centro “deSingel” (estudos avançados em performance e cenografia).
Sara Manente Vive em Bruxelas e trabalha como coreógrafa e performer.
Desde 2004 criou performances, vídeos e projectos de pesquisa individuais e em colaboração, nomeadamente com Marcos Simões, Ondine Cloez, Michiel Reynaert, Alessandra Bergamaschi, Constanze Schellow, Hwang Kim e membros da organização sem fins lucrativos “Cabra”.
Entre outros: Democratic forest (projecto de pesquisa e workshop, 2008- 2009), To park (instalação-performance, 2008-2010), Some performances (vídeo, 2008), Lawaai means Hawaai (um trio criado após dois projectos anteriores sobre “noise” e dança, 2009), Grand Tourists (projecto in-situ experimental, 2010), Not not a lecture (performance-palestra e publicação, 2011),  x: I liked B better/ y: I am 29 too (experiência telepática entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, 2013),This place (uma série de peças criadas com base nas PES (percepção extra sensorial: telepatia, visão remota e leitura de tarot durante o período de duas semanas com dez duplas artísticas, 2012-2014), Rita (vídeo e performance em conjunto com o projecto “Cabra”, 2014), #3 (uma dança para leitura, 2014), Tele Visions (uma experiência performance em telepatia com o público - 2015/2016) e Lava (performance -  2016).
Desde 2009 tem trabalhado com Juan Dominguez, Kate McIntosh, Aitana Cordero Vico, Marcos Simões, Jaime Llopis, Nada Gambier e Gaëtan Bulourde.
Sara é um dos membros fundadores de “Cabra vzw"

©  Remy Bergner

Marcus Bergner (AUS)

Um foco recorrente nos múltiplos trabalhos artísticos e pesquisa de Marcus Bergner trata a mudança e o repensar pontos de intersecção que accionem entre e com o mundo das artes visuais, literature, história da arte, cinema e performance. Como parte destas pesquisas, ele concretizou mais de 25 filmes experimentais que foram mostrados a solo ou em exposições de grupo, em museus, galerias e cinemas na Austrália, Europa e América do Norte. Estes filmes estão divididos em três linhas distintas de produção: linguagem/poesia, espaço/performace, e artes visuais. Entre 1985 e 2000 foi membro do grupo de poesia sonora Arf Arf, com o qual Bergner apresentou os seus trabalhos extensivamente entre Austrália e Europa. Em 2010 ele completou o Doutoramento na Universidade de Melbourne sobre as mudanças na aproximação à História da Arte sobre filme experimental. Desde 2009 ele foi responsável por workshops sobre filme experimental na Academia Checa de Cinema, em Praga (FAMU), as como em História dos Media na Universidade de Nova Iorque, também em Praga. Em 2013 Marcus foi convidado para fazer parte na exposição /performance  ‘Words Live’ em Amesterdão e Roterdão. Ele irá estrear um filme e performance comissariado pela Akademie Schloss Solitude, em Estugarda 2017. Vive entre Austrália e Europa, e está a completer uma série de ensaios que demonstram e exploram a necessidade noética e conspirativa de instigar formas de critica de arte incompreensíveis.

 

Nadia Lauro (PT/FR)

Como artista visual e cenógrafa, Nadia Lauro, tem desenvolvido o seu trabalho ao longo de várias décadas em diversos contextos (espaços cenográficos, arquitecturas paisagisticas, museus). Nadia concebeu cenografias, ambientes, e instalações visuais com um forte poder dramtúrgico, gerando assim novas modos de ver e estar em conjunto.

Nadia Lauro colaborou com os seguintes coreógrafos internacionais: Vera Mantero, Benoît Lachambre, Frans Poelstra, Barbara Kraus, Emmanuelle Huynh, Fanny de Chaillé, Alain Buffard, Antonija Livingstone, Latifa Laabissi, Jonathan Capdevielle, Laeticia Dosh e Jennifer Lacey, com quem também foi co-autora de vários projectos.

Ela concebeu as instalações / performances: "Tu montes", "As Atletas", "I hear voices", e desenvolveu partituras de ambientes em museus, teatros, galerias de arte na Europa, Japão e Coreia.

Para a 4ª Edição do New Festival at the Centre Pompidou, ela apresentou “La Clairière" (Fanny de Chaillé / Nadia Lauro), um ambiente visual imersivo concebido para ser escutado "Khhhhhhh”, Imaginary and Invented Languages. Desde 2014, Nadia Lauro é artista associada da Extension Sauvage Festival (Latifa Laabissi / Figure Project).

http://www.nadialauro.com/

©  Markus Gradwohl

Philipp Gehmacher (AT)

Philipp Gehmacher vive em Viena e trabalha internacionalmente.

Philipp é coreógrafo, performer, e aluno na Universidade de Artes Aplicadas de Viena no programa “Escultura e Espaço”. O seu trabalho sobre gesto, espaço e toque tem sido apresentado em inúmeros festivais e espaços no mundo inteiro. Ele tem colaborado em cruzamentos artísticos e formatos, destacando o trabalho com a coreógrafa Meg Stuart. Gehmacher iniciou a série de lecture performances wlak+talk e actualmente tem focado o seu trabalho em torno de objectos e escultura. Ele recebeu o reconhecido prémio Jerwood Choreography Award e o Austrian Advancement Award for Dance do BMUKK.

www.philippgehmacher.net

© Jack Hauser

Sabina Holzer (AT)

Sabina Holzer (AT) é uma artista de dança contemporânea e performance, e escritora, sediada em Viena. Sabina colaborou em projectos com Robert Steijn, Fabian Chyle, Bilderwerfer, Toxic Dreams, Vera Mantero, Philipp Gehmacher, Lux Flux, Machfeld and Milli Bitterli, Jeroen Peeters, entre outros. Ela organiza e é convidada para dispositivos transmedia e projectos internacionais colaborativos de pesquisa, no cruzamento entre teoria e prática. Desde 2007, ela escreve, performa e publica textos sobre dança contemporânea e performance, e membro do corpo editorial da corpus www.corpusweb.net. Em 2005 iniciou a sua colaboração com o artista Jack Hauser. Juntos criaram performances, intervenções em espaço público e galerias assim como em teatros e museus, Tanzquartier Viena; Lentos Museu de Arte Moderna, Linz; WUK; Essl Museum; Hidden Museum; Documenta 13 e Die Angewandte / Universidade de Artes Visuais de Viena.

http://www.cattravelsnotalone.at/

 

Valentina Desideri (NL/IT)

Valentina Desideri é uma artista sediada em Amesterdão. Tem formação em dança contemporânea pelo Laban Centre em Londres (2003-2006) e mais tarde completou o Mestrado em Belas Artes pelo Sandberg Institute em Amesterdão (2011-13). Ela faz Fake Therapy and Political Therapy, ela co-organiza Performing Arts Forum em França, está envolvida em Poethical Readings com a Prof. Denise Ferreira da Silva, Valentina especula com outros colaboradores, lê e escreve.

https://faketherapy.wordpress.com/

 

Vladimir Miller (AT/RUS)

Vladimir Miller trabalha como artista, investigador e cenógrafo. Ele usa processos de construção colectiva para questionar modos e politicas de produção espacial em grupos formados para esse efeito, e ambientes institucionais.

Como cenógrafo, co-autor, dramaturgo e performer, participou em uma série de performances e instalações video em co-autoria com os coreógrafos Philipp Gehmacher e Meg Stuart.

Vladimir Miller é curador do programa da Postgraduate Artistic Research Center a.pass, Bruxelas e candidato no PhD in Practice, Academy of Fine Arts, Viena.

Em 2013 Miller foi membro do Institut für Raumexperimente, Berlim e em 2015 membro na Akademie Schloss Solitude in Stuttgart.

  

von Calhau (PT)

von Calhau! Nascido em 2006. É o trabalho desenvolvido em bicomunhão prática por Marta Ângela e João Alves. Tem sido apresentado na Europa e arredores nas formas reconhecíveis de música, texto, artes visuais, entre outras, em festivais como Netmage, Les Urbaines ou Kraak e em locais como Culturgest, Gulbenkian, Palais de Tokyo, Cafe Oto, entre outros. Edições incluem: NN (ed. Serralves, 2011); O Rato Retórico Ritualiza Rôto o Rutilo (ed. Culturgest, 2015) e Ú (ed. Kraak, 2016), entre outras.

http://www.einsteinvoncalhau.com/

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